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 SANATORIUM – CHRONOLOGY

Sanatorio S. Anna

“As Ordens Religiosas e Militares presentes no Património Arquitectónico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa”. Colóquio, 17-18 Outubro de 2017, Mosteiro de Santos-o-Novo, Hospital de Sant’Ana.
O Sanatório de Sant’Ana. A moderna arquitectura ao serviço da cura (sanare) da tuberculose = de Helena Gonçalves Pinto
O Sanatório de Sant’Ana é um projecto modelar da arquitectura sanatorial construído, entre 1901-1904, segundo um programa inovador que cruza os requisitos médicos com a funcionalidade, numa construção racionalista, cuidadosamente organizado, onde prevalece um equilíbrio entre a funcionalidade, a solidez e uma apurada beleza decorativa, criada para o lazer dos enfermos. O projecto foi desenvolvido pelo arquitecto Rosendo Carvalheira, contando com os contributos de artistas plásticos, engenheiros e arquitectos que estiveram na génese da moderna arquitectura sanatorial marítima.
Neste período, os estudos internacionais em matéria de climatologia, helioterapia e higienismo ganharam uma amplitude sem precedentes no território nacional, em parte consubstanciados face às exigências da medicina moderna e da investigação bacteriológica e microbiológica. A cura passava por construir sanatórios de montanha, planície e de mar, em locais específicos, demonstrando, assim, as capacidades e a adequação que o território imprimia na prevenção e cura da tuberculose (óssea ou pulmonar).
Neste universo de modernidade, o Sanatório de Sant’Ana, na Parede, representou a primeira grande experiência nacional, materializada como um centro de excelência nos cuidados médicos ligados à cura da tuberculose óssea. O edifício torna-se o epicentro da promoção de saúde no litoral da região de Lisboa, desempenhando um papel importante no desenvolvimento das novas tecnologias e das técnicas de tratamento da tuberculose. A abertura deste sanatório marca nacional e internacionalmente o espírito da inovação e da modernização nos equipamentos de saúde em Portugal.

O Sanatório de Sant’Ana (colóquio de outubro 2017) – Viagens de estudo. Missão oficial de estudo. Congressos – A arquitectura hospitalar oitocentista. Programa e planificação – Estudos de caso. Modelos referenciais. Arquitectura pavilhonar: um “Hospital da Ciência” – Novos programas e modelos de arquitectura hospitalar. Programa e planificação – Sanatórios. Preventórios portugueses. Projecto, Construção, Remodelação – Modernidade, arquitectura, cultura cientí­fica e tecnologia – Legado – Sanatório de Sant’Ana. Hospital de Sant’Ana – Programa, administração, assistência e legado – Síntese. Programa e arquitectura – Nota biográfica – Legado patrimonial – Referências.

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“Tuberculose: a história e o património”. Simpósio, 24 março de 2017, Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Universidade Nova de Lisboa.
O Sanatório de Sant’Ana. A habitação do enfermo durante a cura de ar livre, sol e repouso = de Helena Gonçalves Pinto
O Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) assinalou o dia 24 de março, o Dia Mundial da Tuberculose, com a realização do simpósio “Tuberculose: A História e o Património”.
 O evento reuniu duas dezenas de especialistas da saúde e de outras áreas cientificas, para falar da tuberculose numa perspectiva histórica e debater o impacto na doença nas politicas de saúde, arquitectura, arte, música e literatura. Neste simpósio apresentámos a conferência “O Sanatório de Sant’Ana. A habitação do enfermo durante a cura de ar livre, sol e repouso”.

O Sanatório de Sant’Ana (simpósio de março 2017) – A arquitectura hospitalar. Diálogos entre a Medicina e a Arquitectura – A arquitectura hospitalar oitocentista. Programa e planificação – Novos programas e modelos de arquitectura hospitalar. Programa e planificação – Estudos de caso. Modelos referenciais. A enfermaria ou a habitação do enfermo – Arquitectura pavilhonar. Um “Hospital da Ciência” – Hospital de cidade ou a Cidade hospitalar – Sanatórios. Preventórios portugueses. Projecto, Construção, Remodelação – Modernidade, cultura científica e tecnologia – Síntese. Programa e Arquitectura – Nota biográfica – Referências.